quinta-feira, 21 de abril de 2011

CENÁRIO POLÍTICO POAENSE

O clima político em Poá é efervescente. Os grupos políticos da cidade movimentam-se neste início de ano de tal forma que parece já ter sido instalado o processo eleitoral de 2012. Mas não, as eleições continuam distantes porém os interesses começam a ser negociados.

Não há melhor palavra para descrever este momento: negócio. Os grupos não se reúnem para debater projetos para a cidade ou para discutir ideologia político-partidária. Reúnem-se para articular grupos e colaboradores, para amarrar cabos eleitorais, enfim, numa negociata que envolve dinheiro e cargos para garantir suporte nas próximas eleições municipais.

Projetos, programas, desenvolvimento social ou ecônomico, geração de empregos ou educação pública de qualidade sequer são temas citados nas reuniões. O que está, sim, em jogo é a compra e venda de apoios.

Nesse cenário, o Psol resiste. Desde sua fundação, o partido se mantém fiel aos princípios da esquerda e não entra em negociatas de apoios ou no tráfico de influências de empresários corruptos.

Foi desta forma que o partido lançou candidatos em 2006, 2008 e 2010. Fizemos campanhas socialistas e colocamos em pauta projetos em defesa dos trabalhadores de nossa cidade.

Infelizmente, antigos partidos que antes eram agentes da transformação social na cidade não cumprem mais este papel. Comunistas ou dos Trabalhadores, estes grupos uniram-se a grupos retrógrados da cidades e a suas falsas promessas de mudanças.

O PSOL, novamente resistiu a essa fácil sedução de poder e continua debatendo alternativas para o município. Prova disso é o crescimento do partido neste ano. Vários companheiros de longa data estão vindo somar pois entendem que a tranformação social em Poá passa obrigatoriamente pelo PSOL.

Reafirmamos nosso compromisso com os trabalhadores de nossa cidade. E lembramos, aos que se decepcionaram com os partidos que antes nos representavam, que nossa esquerda continua mais viva do que nunca e se fortalece.

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